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         FotoOficial.CEJAI      

 A Comissão Estadual Judiciária de Adoção Internacional do Estado do Rio Grande do Norte – Cejai/RN participou nessa última terça-feira (12) do 1º workshop idealizado pela equipe do Projeto Acalanto Natal, realizado no auditório da Corregedoria Geral de Justiça (CGJ), com o objetivo de garantir efetividade ao “Projeto Padrinhos”, por meio do Provimento nº 176/2018-CGJ.

O evento abordou a importância de alinhar os procedimentos que serão adotados durante a execução do “Projeto Padrinhos”, além de traçar métodos de sensibilização e padronização de atos junto às equipes técnicas das unidades de acolhimento do RN, por serem agentes essenciais na preparação das partes inseridas no Programa.

Além das equipes dos grupos de Apoio à Adoção também participaram do ato, representantes das instituições de acolhimento de Mossoró (Aldeias Infantis, AIA e NIAC); a Coordenadora do Núcleo de Alta Complexidade da Secretaria Municipal de Trabalho e Assistência Social (Semtas), a Senhora Anioly Borges, juntamente com integrantes das Unidades de Acolhimento II e III de Natal.

O workshop foi conduzido por Pedro Bruno Fernandes, voluntário no Projeto Acalanto Natal, que em conjunto com o Grupo Afeto de Mossoró atuarão como equipes de execução do referido Projeto, cujas atribuições estão relacionadas no art. 8º do mencionado ato normativo.

Foram debatidas sobre as modalidades de apadrinhamento, destacando acerca da importância e forma de atuação de cada uma delas, a saber: apadrinhamento afetivo, apadrinhamento profissional e apadrinhamento provedor.

Durante a ocasião, Pedro Fernandes destacou dentre outros fatores fundamentais para ofertar a sociedade a melhor prestação de serviços, sobre a importância de manter a unidade entre as instituições e agentes que compõem o Sistema de Garantias de Direitos da Infância e da Juventude como ferramenta imprescindível para assegurar eficácia do “Projeto Padrinhos” e garantir as crianças e adolescentes acolhidos o direito constitucional à convivência familiar e comunitária.

Ao término das temáticas abordadas foi acatada a sugestão de elaborar uma cartilha sobre o apadrinhamento, a fim de nortear as partes envolvidas no Projeto e propiciar padronização de procedimento quanto às atribuições a serem desenvolvidas pelas equipes de execução do projeto e aos técnicos das instituições de acolhimento.

Os Juízes interessados em participar do apadrinhamento deverão endereçar a Presidente da equipe de coordenação do Projeto (CEJAI) manifestação expressa sobre o interesse em participar do Programa.

Os formulários para inscrição no Projeto estão disponíveis na plataforma do Projeto Eu Existo, podendo ser acessados através do link  http://euexisto.tjrn.jus.br/pt/apadrinhamento.

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