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Jus Escola PFerros

 

Tradicionalmente, o Município de Pau dos Ferros é o palco escolhido para o encerramento das atividades do programa Justiça e Escola, promovido pelo Tribunal de Justiça, por meio do Núcleo de Ações e Programas Socioambientais (NAPS). Isto porque a cidade de 30.183 habitantes é a única que sempre recebeu todos os projetos e programas desenvolvidos pelo TJRN. Em 2018, uma novidade: o programa passou por uma reformulação e foi lançado de forma piloto localizado naquele município do Alto Oeste potiguar.

“Nós revisitamos o programa já de algum tempo, os pilares, as metodologias de aplicação em sala de aula, a pluralidade em termos de educadores, não só os que estão em sala de aula, e escolhemos o Município de Pau dos Ferros para trazer esse projeto piloto reformulado do Justiça e Escola”, explica o juiz Undário Andrade, coordenador executivo do programa, que busca contribuir com a educação no Rio Grande do Norte ao levar noções de cidadania e ajudando a melhorar o rendimento de crianças e adolescentes potiguares.

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Segundo o magistrado, a formação foi além da discussão teórica dos pilares em si, como a Ética, Zelo, Respeito, Cidadania, Responsabilidade e Senso de Justiça, para questões do dia a dia e para problemas da educação na contemporaneidade.

E o fechamento aconteceu na última sexta-feira (23) com uma mesa redonda realizada na Escola Municipal Prof. Francisco Aires Segundo e contou com a participação do juiz Osvaldo Cândido, do promotor de justiça Rodrigo Pessoa, da advogada Lidiana Souza, da conselheira tutelar Maria Cariele e da secretária municipal de Educação, Eliesse Queiroz.

De acordo com o juiz Undário Andrade, que foi o mediador da mesa redonda, o encontro foi uma oportunidade de se promover debates sobre valores, sobre a educação, sobre sociedade, de que forma todos pudessem contribuir para isso, em todos os setores, em todas as instituições.

Após os debates, os alunos da rede municipal de Educação fizeram apresentações culturais que emocionaram a todos os presentes. Em seguida, a equipe do NAPS e a sua coordenadora, desembargadora Zeneide Bezerra, foram homenageadas no evento.

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Acompanhamento

O juiz Undário Andrade esclareceu que o NAPS faz um processo avaliativo permanente de cada edição. Tal avaliação antes se voltava apenas para os projetos desenvolvidos internamente nas escolas e o próprio rendimento e multiplicação dos educadores. “Como agora sai uma proposta concreta para interferir positivamente nas ações de educação para o município, a gente vai fazer esse acompanhamento para que isso realmente se torne efetivo, para que as propostas se realizem, transformem a realidade e transformem pessoas, não fique só na discussão das ideias e das propostas”, prometeu.

O coordenador do programa fez um balanço do trabalho desenvolvido em Pau dos Ferros. “Essa alegria nossa de hoje, essa efusividade, é exatamente ver que nós estamos no caminho correto e que essa ideia que acaba de ser plantada aqui vai frutificar na educação local e a gente pode levar essa experiência para diversos outros municípios, inclusive aqueles nos quais a gente já passou com o programa tradicional do Justiça e Escola”.

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Fonte: Site TJRN

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