corregedoria.tjrn.jus.br
corregedoria.tjrn.jus.br
corregedoria.tjrn.jus.br

Dr Diego CVirtual

 

O juiz corregedor auxiliar da Justiça potiguar, Diego Cabral (foto) ressalta a lógica da inovação proporcionada pelo Sistema de Correição Virtual. “Se tira geralmente um período de dois dias a uma semana, a depender do acervo de processos daquela unidade para realizar a correição física”, observa. Esses processos são inspecionados, para no final ser produzido e entregue um relatório à unidade, por vezes contendo determinações a serem seguidas. “É uma presença física, onde o juiz da corregedoria junto com sua equipe verifica o que está acontecendo com os processos”, ressalta.

O magistrado salienta que a correição de forma digital quebra o paradigma do aspecto físico, de estar presente, até mesmo incomodando a unidade, para fazer essa mesma analise de forma remota através de um sistema, que está sendo finalizado, ainda mais aprimorado. “E realiza o mesmo trabalho da correição física na unidade, mas acompanhando os processos pelos sistemas judiciais (PJe, SAJ, GPS-Jus) e avaliando como estão os serviços das unidades à distância”.

Além disso, a virtualização desse procedimento gera maior economia, tanto de tempo quanto de recursos. Com a correição realizada eletronicamente “vão deixar de serem gastos, por exemplo: combustível para levar a equipe, diárias, papel e impressoras, isto tanto gera uma economia com deslocamento como também no aspecto do que é produzido pela correição”, pontua Diego Cabral.

Sociedade ganha

“A gente de longe vai analisar os dados estatísticos da unidade e oferecer algumas sugestões para que a vara possa aprimorar o serviço judiciário em prol da sociedade, por que no fim das contas quem ganha com tudo isso é o cidadão”, explica o magistrado.

O corregedor geral reforça que o foco da Corregedoria mudou. A ideia de que o órgão é essencialmente punitivo deve ser quebrada e a correição virtual é um complemento a este conceito. “O foco hoje é, sobretudo, orientar, a Corregedoria Geral de Justiça é um órgão de fiscalização, orientação e, quando necessário, de punição no ultimo caso, mas não é esse o objetivo. Procuramos primeiro orientar, criar normas procedimentais que facilitem o andamento dos trabalhos, mostrar como deve ser feito, para enfim poder fiscalizar”, conclui o desembargador.

Fonte: Site TJRN

Scroll to top