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Benefícios-da-Gestão-IntegradaServidores do Tribunal de Justiça do RN estão participando de um curso sobre gestão integrada de almoxarifado e patrimônio público, promovido pela Esafi, em Recife (PE). A capacitação também aborda questões de contabilidade pública e termina nesta sexta-feira (5).

Em tempos de recessão torna-se ainda mais importante saber o que é indispensável e dispensável nas aquisições públicas. Assim, pensando em estratégias para tornar a gestão de materiais, a gestão de patrimônio e, consequentemente, as aquisições cada vez mais eficiências, o TJRN e a Escola da Magistratura encaminharam cinco servidores para a capacitação.

Participam os servidores da Secretaria de Administração Camila Macedo (chefe de Divisão de Compras), Bernardo Cavalcanti (chefe de Seção de Compras) e Estevam Júnior (chefe de Seção de Inventário Patrimonial); e da Corregedoria Geral de Justiça, Karine Symonir e Rodrigo Damasceno.

“O curso está propiciando uma visão sistemática entre Orçamento, Finanças e contabilidade pública. Nesse sentido, partindo de instrumentos de conscientização socioambiental, políticas públicas, e a inserção de toda a coletividade, a aquisição e gestão de materiais de forma eficiente têm como propósitos assegurar que o Poder Judiciário do RN consiga gerenciar cada vez mais os recursos públicos e, consequentemente, administrar melhor para uma prestação jurisdicional mais próxima do nível de excelência almejado pela sociedade”, afirma a coordenadora da CGJ, Karine Symonir.

Ela complementa que estão sendo apresentados casos práticos de equívocos de aquisição cometidos por diversos entes públicos em nível nacional.

Competências

De acordo com a Esafi, o curso tem por objetivos proporcionar conhecimento integrado das áreas de Almoxarifado e Patrimônio Público, assim como os passos envolvendo a movimentação de materiais de consumo e permanente, inclusive seus reflexos na escrituração contábil. Para isto, orienta o aluno em como entender estoque físico com o novo enfoque contábil; como controlar estoque a partir de novas contas; o relacionamento de materiais com o manual da despesa pública; a obrigação de controlar os bens de uso comum; o desfazimento de bens; a reavaliação e depreciação de bens públicos.

Fonte: TJRN

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