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psico

A pedagoga e especialista em Psicopedagogia e Neuropedagogia Rejane Maria Bruno Fernandes, representante do Projeto Acalanto, e que também é madrinha na categoria profissional, falou do sentimento de participar do Projeto Padrinhos. “Eu acho que essa experiência é fantástica porque, quando a gente pode dividir o nosso conhecimento com pessoas que a gente entende que tem difícil acesso à educação e a gente sabe que isso é muito difícil, sem contar que a questão acadêmica dos meninos do acolhimento é sempre um pouquinho postergada porque, pra eles, isso não é importante”, comentou.

Ela explicou que, nesses casos, as famílias de origem não tinham a importância da questão de estar estudando, de estar na escola, dessa valorização que as famílias hoje têm, como um pouquinho mais dos ideais de formação familiar. “E eles não têm. Então, a partir do momento em que a gente pode colaborar nessa área e fazer com que eles enxerguem essa possibilidade, isso vai ser muito rico. E vamos minimizando as lacunas que ficaram neles nas questões de aprendizagem e isso é muito rico”, disse.

Rejane Fernandes, que atende em uma clínica, afirmou que vai dispor de tempo para atender crianças e adolescentes do Projeto Padrinhos que tenham possibilidade de indicação da escola ou da própria instituição de acolhimento e que precisem desse atendimento. “Então, meu atendimento vai ser na clínica. La eu já acompanho quatro crianças de fora do Projeto e que, agora, vão ser incluídas nele e, além deles, tem possibilidade de mais três serem incluídas. Elas vão ser acolhidas”, falou.

Ela também falou sobre a parceria entre Poder Judiciário e a instituição que representa. “A gente destaca a seriedade do trabalho, tanto da Corregedoria, do corregedor e toda a sua equipe e a seriedade do Projeto Acalanto, que desenvolveu toda a parte de formação. Nós fizemos duas formações com os padrinhos afetivos e uma formação com os padrinhos profissionais”, afirmou.

A pedagoga contou ainda que todas as equipes técnicas de todo o acolhimento e cuidadores foram formados para conhecer o projeto. “Fizemos uma formação com as crianças e adolescentes que estavam no Projeto Padrinhos. No último domingo, houve um momento de encontro onde eles conheceram seus padrinhos, fizeram as suas escolhas e todos ficaram apadrinhados”, revelou.

Sobre o que mais despertou sua atenção no Projeto Padrinhos, ela disparou: “Foi essa seriedade do trabalho, essa parceria. É muito bom saber que a Corregedoria confia no processo de formação do Acalanto e saber que o Acalanto acredita que a Corregedoria é o caminho certo para que a gente consiga atingir esse objetivo. Então isso foi muito bom”, completou.

Fonte: TJRN/SECMS

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