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Estimado (a) Colega,

 

Ungido à condição de Corregedor Geral de Justiça do Estado do Rio Grande do Norte pela vontade de Deus, e sufragado unanimemente pelos meus Pares, assumo hoje, com muita disposição e orgulho, essa briosa função.

Como tenho amiúde consignado nas minhas falas, sobretudo a partir do meu discurso de posse na Desembargadoria do TJRN, “vim para servir e não ser servido”. Quero com essa passagem bíblica dizer que trago em minha bagagem um só trilhar, qual seja, o da dedicação funcional.

Chego com a disposição de fazer da Corregedoria um centro de apoio e orientação, não um núcleo de reprimendas. Imbuído de lealdade, desvelo, respeito e transparência, pretendo conferir à CGJ do nosso Estado a característica de uma grande parceira. Parceira da Magistratura, do Ministério Público, da Defensoria, da OAB e, maiormente, do alvo primeiro, o jurisdicionado.

Nesse particular, tomo de empréstimo as palavras da Ministra Nancy Andrighi por ocasião do seu discurso de posse no Conselho Nacional de Justiça, “penso a Corregedora Nacional de Justiça como um porto seguro para todos aqueles que estão envolvidos com o trabalho jurisdicional. É, para mim, inimaginável traçar metas na Corregedoria Nacional sem a participação do Ministério Público, da Defensoria Pública e dos Advogados. Afinal o trabalho jurisdicional nos une e somente juntos poderemos alcançar a nossa meta maior: melhorar os serviços judiciários e a vida jurídica do cidadão”.

Cônscio das dificuldades já existentes, mormente dos números impostos pelo CNJ, bem assim das cobranças imputadas aos juízes de modo geral, muitas das quais impiedosas e injustas, buscarei incessantemente a execução de projetos e programas que racionalizem e/ou otimizem a atividade judicante.

Para isso, contarei com o auxílio e cooperação, mediante assessoria de jovens, porém sábios e experientes Magistrados, coadjuvados por Servidores totalmente comprometidos e engajados com a tarefa pedagógica e preventiva da correição. Afinal, corregedoria pressupõe “co-reger”, ou seja, ação propositiva de labor integrado e interativo.

Nesse contexto, tenho plena certeza de poder ofertar um trabalho de excelência, no desiderato do aprimorar e aperfeiçoar os serviços vinculados ao respeitado Judiciário Potiguar.

Dessarte, estaremos abertos às propostas, boas ideias e práticas empiricamente aprovadas, unindo os conhecimentos para difundir verdadeiro acervo do que é bom e salutar para o atingimento da missão da Corregedoria, enquanto órgão fiscalizador e normatizador dos procedimentos técnicos-operacionais do Judiciário.

E é nesse espírito de entusiasmo e alegria que inicio minha missão, conclamando a toda Comunidade Jurídica “Papa-Jerimum” seu pronto engajamento, a fim de viabilizar um trabalho de gestão co-participativa, como assim sugerem os preceitos retores insculpidos na nossa Carta Maior.

Um grande e fraternal abraço;

 

SARAIVA SOBRINHO

Desembargador Corregedor Geral de Justiça do Estado do Rio Grande do Norte

 

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