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Oficina de Vitaliciamento

 

A troca de experiências, auxílio na atividade judicante e uma maior aproximação com os magistrados em início de carreira foram itens apontados como indispensáveis na manhã desta sexta-feira (19), durante a realização da última etapa do Programa de Vitaliciamento de Juízes do Judiciário estadual, o qual equivale à etapa de estágio probatório no serviço público e que tem prazo de dois anos. O programa é voltado aos 40 juízes substitutos aprovados no último concurso da magistratura potiguar e empossados em abril de 2016.

As oficinas ocorreram na Escola da Magistratura do Rio Grande do Norte (Esmarn) e foram oficialmente abertas pelo desembargador Glauber Rêgo, corregedor em exercício. “O que podemos destacar sobre a importância ímpar dessas oficinas é o pioneirismo do Judiciário estadual, o qual deu início, em nível nacional, a essa necessária formação”, disse o desembargador, que avaliou as oficinas e debates como fundamentais para a troca de conhecimentos e visões, no objetivo de cumprir com as metas definidas pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

O processo de vitaliciamento, que teve início no mês de abril de 2016, será concluído no próximo mês de abril com apresentação de um relatório final elaborado pela Corregedoria Geral de Justiça ao Tribunal de Justiça.

Proposições

Durante as oficinas, os magistrados participantes se dividem em grupos e discutem propostas para o cumprimento das Metas. O juiz corregedor Undário Andrade, que também integra a coordenação do Programa de Vitaliciamento, aponta que através dos ciclos de discussões, as oficinas podem gerar novas rotinas de trabalho e de priorizações, nas unidades do Poder Judiciário. “Veremos o que será possível incorporar no TJRN”, destaca.

“Podemos comparar a um Trabalho de Conclusão de Curso, por exemplo, que será apresentado em março próximo e selecionaremos alguns, que serão apresentados, por sua vez, ao Pleno do TJRN e utilizados, na prática, nas unidades do Estado”, acrescenta o juiz corregedor.

O juiz Undário Andrade afirma que atualmente os juízes precisam ter uma gestão moderna, não mais restrita a sua pauta de audiências ou gabinetes, que busque a adoção de políticas internas de uma gestão que favoreça a um Judiciário mais dinâmico.

Para o juiz substituto Mark Clark, em atuação nas 1ª e 2ª Varas de Assu e um dos empossados em 2016, a oficina “é um momento que considero essencial. Importante para a interação e para ouvir a visão de outro colega, que pode apontar situações e soluções para realidades semelhantes em cada unidade judicial”, avaliou .

Undário Andrade explica que as oficinas serão concluídas nesta sexta-feira e que em abril haverá a etapa de apresentação da formatação das ideias, quando os grupos apresentarão os trabalhos a uma banca, presidida pela corregedora geral de Justiça, desembargadora Maria Zeneide Bezerrra, e pelo presidente do TJRN, desembargador Expedito Ferreira, além de outros desembargadores e juízes.

 

Fonte: Site TJRN

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