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Oficinas Vitaliciamento

 

A Corregedoria Geral de Justiça (CGJ) promoveu, durante todo o dia dessa quinta-feira (05), mais um encontro com os 40 juízes substitutos aprovados no último concurso e empossados em abril de 2016, os quais, por um período de dois anos, foram acompanhados por juízes formadores durante o chamado processo de 'vitaliciamento', que teve como responsável o juiz corregedor, José Undário Andrade.

O encontro desta quinta-feira, que aconteceu no auditório da Corregedoria Geral de Justiça, serviu para que os 40 magistrados apresentassem os resultados da “Oficina de Boas Práticas”, projeto inovador da Corregedoria de Justiça potiguar que promove melhorias na gestão das unidades judiciárias. A ideia é selecionar boas práticas e apresentá-las ao Pleno do Tribunal de Justiça, a fim de aprimorar os modelos de gestão.

Última etapa do Programa de Vitaliciamento de Juízes, que durou dois anos, na oficina dessa quinta-feira foram apresentadas propostas, projetos e ideias inovadoras por parte dos juízes substitutos nomeados para atuar no TJRN em 2016. Os participantes foram distribuídos em dez grupos e tiveram que apresentar propostas de soluções que contemplassem diversas metas do Conselho Nacional de Justiça, como as metas 1, 2, 4, 5, 6 e 8.

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Destaques

Ao final das apresentações, o grupo que se sagrou campeão foi o que abordou o tema da Meta 2 do CNJ, formado pelos juízes Arthur Bernardo, Edilson Chaves, Lydiane Maria e Mark Clark, com a orientação dos magistrados Guilherme Newton e Hadja Rayanne. Em segundo lugar ficou o grupo formado pelos juízes Deonita Antuzia, Larissa Almeida, Mônica Maria e Uedson Bezerra, que tiveram a orientação dos magistrados Everton Amaral e Rosivaldo Toscano. O tema desenvolvido foi sobre “Estratégia de Enfrentamento da Meta 4”.

Em terceiro lugar ficou ficou o grupo formado pelos juízes Demétrio Demeval, Francisco Rocha, Maria Cristina e Thiago Mattos, sob orientação dos magistrados Otto Bismark e Rossana Alzir. Eles desenvolveram o tema “Descobrindo a Meta 4”. A Banca avaliadora das práticas foi formada pelos juízes Marivaldo Dantas, Fábio Ataíde, e pelos secretários de Administração, Flavianne Fagundes, de Gestão Estratégica, Karine Symonir e de Tecnologia da Informação e Comunicação, Gerânio Gomes.

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Empenho

A corregedora Zeneide Bexerra creditou a ideia da oficina ao juiz Undário Andrade e destacou o empenho da sua equipe. Ela destacou que os magistrados trouxeram nova oxigenação para o Judiciário potiguar. “Estão todos de parabéns. Eu tenho admiração profunda por tudo aquilo que a gente viu hoje e por todas as práticas. Vocês oxigenaram, hoje, o Judiciário. Nós todos temos feito a diferença com a nossa criatividade. Parabéns para todos nós e que vocês, realmente, tenham essa vontade de mudar o Judiciário, não só agora por conta do vitaliciamento, mas sempre, porque aquele que está lá na ponta espera muito de nós. E façamos, então, a diferença no Judiciário potiguar”, conclamou.

Para o juiz ttular da Comarca de Florânia, Bruno Montenegro Ribeiro Dantas, as metas nacionais do CNJ funcionam como um compromisso dos tribunais brasileiros com o aperfeiçoamento da prestação jurisdicional. Segundo o magistrado, as dificuldades enfrentadas na prática do cotidiano, como o exponencial crescimento das demandas, o aumento da judicialização, os fatos da vida e a insuficiência estrutural de algumas unidades reclamam realmente iniciativas desta ordem, promovidas pela Corregedoria.

"A participação nesses eventos, a bem da verdade, traz um grande crescimento pessoal e profissional, por poder ter ideias que podem ser implementadas nas nossas comarcas, nas nossas unidades, e também obviamente, institucionalmente, perante o próprio Tribunal de Justiça”, pontuou Bruno Montenegro.

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Ideias viáveis

O juiz Felipe Barros, um dos orientadores dos juízes em processo de vitaliciamento, disse que acompanhou o trabalho dos colegas e deu seu testemunho da dedicação da turma, que, apesar de todos os seus afazeres pela frente, pararam pra pensar sobre um projeto viável. “Só o fato de se parar pra raciocinar no meio de um turbilhão de afazeres no dia-a-dia já é uma atitude extraordinária. A iniciativa da Corregedoria foi brilhante. Eu acho até que isso poderia ser estendido para os outros magistrados em geral, como uma forma de reciclagem”, parabenizou.

O magistrado Marivaldo Dantas louvou a atuação da Corregedoria, que teve iniciativa de realizar a oficina, por aceitar e implementar a ideia. Agradeceu por ter sido chamado para compor a banca. “Foi revigorante conviver com vocês todos, uma turma de 40 magistrados. A gente sai cansado, porque foi um dia inteiro aqui, mas é revigorante ver uma turma com tanto interesse, com tanta dedicação. Parece que para mim traz mais motivos para continuar no front”, revelou, destacando ainda a integração entre as gerações de magistrados, que ao seu ver, só traz bons frutos para a sociedade.

O juiz corregedor auxiliar Fábio Ataíde também prestou seus agradecimentos aos juízes e os parabenizou. “Acho que a gente ganhou muito hoje. No dia a dia, a gente acaba se esquecendo quais são as iniciativas que podem ser tomadas. É importante não pensar apenas no indicador de resultado, a gente fez aqui a operação do resultado, como ele chegou ao resultado. Então o resultado é importante, mas deve-se indagar como se chegou a ele e o que a gente faz para ampliar isso para outros juízes. Eu saio daqui hoje realmente diferente de como cheguei. Parabéns a todos”, comentou.

Fonte: Site TJRN

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